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Nota: ao final desta página uma breve explicação sobre a atuação das músicas em nossos corpos (vídeo nº1), e suas respectivas frequências de 432hz, na seqüência do player (na versão Mobile), diversas músicas em 432hz.

Música na Saúde

 

 

 

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5ª Sinfonia de Beethoven

A Música e seus efeitos terapêuticos





Segundo a Canadian Association for Music Therapy, "a Musicoterapia é a utilização da música para auxiliar a integração física, psicológica e emocional do indivíduo e para o tratamento de doenças ou deficiências. A natureza da musicoterapia enfatiza uma abordagem criativa no trabalho terapêutico, possibilitando uma abordagem humanista e viável que reconhece e desenvolve recursos internos geralmente reprimidos pelos clientes".
 
Os instrumentos musicais e seus efeitos:
 
PIANO - combate a depressão e a melancolia
VIOLINO - combate a sensação de insegurança
FLAUTA DOCE - combate nervosismo e ansiedade
VIOLONCELO - incentiva a introspecção e a sobriedade
DE SOPRO - inspiram coragem e impulsividade.

Para combater a depressão e o medo excessivo:
 
- Sonho de Amor, de Liszt
- Serenata, de Schubert
- Guilherme Tell (Abertura), de Rossini
- Noturno Opus 48, de Chopin
- Chacona, de Bach.
 
O ideal é uma sessão diária de meia hora pela manhã.
 
Para combater insônia, tensão e nervosismo:
 
- Canção da Primavera, de Mendelssohn
- Sonata ao Luar, de Beethoven (Primeiro Movimento)
- Valsa nº15 em Lá Bemol, de Brahmms
- Sonho de Amor, de Liszt
- Movimentos Musicais nº3, de Schubert.
 
Depois de ouvir as peças indicadas, escolha a que deu melhores resultados e escute-a diariamente, antes de dormir. No ínicio, os efeitos são leves. É preciso um pouco de paciência e persistência para notar progressos.
 
Durante a gravidez e para facilitar o parto:
 
- Concerto para violino, Opus 87B, de Sibelius.
- Sonata Opus 56, de Haydn
- As quatro Estações, de Vivaldi
- Concerto Tríplice, de Beethoven
- Concerto para violino, de Brahmms
- Concerto para violino, de Tchaikovsky.
 
Ouvidas alternadamente, por períodos durante a gravidez e nos dias que precedem ao parto, estas peças geram bem-estar e contribuem para o nascimento de crianças tranquilas.
 
Para melhor estimular a memória:
 
- Concerto em Dó Maior para bandolim, corda e clavicórdia, de Vivaldi
- Largo do Concerto em Dó maior para Clavicórdia, BMW 976, de Bach
- Spectrum Suíte, Confort Zone e Starbone Suíte, de Stephen Halpern.
 
Fazer sessões de 1 hora, pela manhã, ao acordar. Alterne cada peça, a cada dia.
 
Para favorecer a interiorização e a meditação:
 
- Concerto nº2 para Piano, de Rachmaninov (último movimento)
- Concerto em Lá menor para piano, de Grieg (primeiro movimento)
- Concerto nº1 para piano, de Tchaikovsky (primeiro movimento)
 

Ouvir qualquer peça durante 10 minutos antes da meditação. É importante enfatizar que a música não é um curativo eficaz em si mesmo, mas que seus efeitos terapêuticos resultam de uma aplicação profissional durante um processo terapêutico.
 
Fonte: Florais & Cia... - Estudo e efeitos da V Sinfonia nas células 

 

Definições de Musicoterapia

Gisele Célia Furusava
 
Australian Associatin for Music Therapy: Musicoterapia é “a utilização planejada da música para se atingir objetivos terapêuticos com crianças e adultos que têm necessidades especiais decorrentes de problemas sociais, emocionais, físicos ou intelectuais” (Bruscia, 1998, p.274).
 
Bang: “Musicoterapia é a aplicação controlada de atividades musicais especialmente organizadas, com a intenção de favorecer o desenvolvimento e a cura durante o tratamento, a educação, e a reabilitação de crianças e adultos com defasagens motoras, sensoriais ou emocionais... O objetivo do musicoterapeuta é centrado no cliente e não na música” (Bruscia, 1998, p.274).
 
Bright: “Musicoterapia é a utilização planejada para melhorar o funcionamento, em seu ambiente, de um indivíduo ou grupo de clientes que tenham necessidades sociais, intelectuais, físicas ou emocionais de natureza especial. A Musicoterapia é conduzida por um musicoterapeuta treinado trabalhando em um contexto de equipe clínica.” (Bruscia, 1998, p.275).
 
Bruscia: Musicoterapia é um processo interpessoal que envolve o (s) terapeuta(s) e o(s) cliente(s) exercendo certos papéis na relação e em uma variedade de experiências musicais, todas estruturadas para ajudar os clientes a encontrarem os recursos necessários para resolver problemas e aumentar seu potencial de bem-estar. (Bruscia, 1998, p.275).
 
Bunt: Musicoterapia “é a utilização de sons organizados e da música em uma relação envolvente entre cliente e terapeuta para apoiar e encorajar o bem-estar emocional, social, físico e mental” (Bruscia, 1998, p.276).
 
Canadian Association for Music Therapy: Musicoterapia é “a utilização da música para auxiliar a integração física, psicológica e emocional do indivíduo e para o tratamento de doenças ou deficiências. Ela pode ser aplicada a todos os grupos etários em uma grande variedade de settings. A música possui a qualidade de ser não-verbal, mas oferece muitas oportunidades para a expressão oral e verbal. Como membro de uma equipe terapêutica, o musicoterapeuta participa da avaliação das necessidades do cliente, da formulação da abordagem e do programa terapêutico, desenvolvendo então atividades musicais específicas para alcançar os objetivos, avaliações sistemáticas e assegura a eficácia do programa. A natureza da musicoterapia enfatiza a abordagem criativa no trabalho com deficientes. A musicoterapia possibilita uma abordagem humanista e viável que reconhece e desenvolve recursos internos geralmente reprimidos do cliente. Os musicoterapeutas desejam ajudar o indivíduo a mover-se em direção a uma maior auto-consciência e, em um sentido mais amplo, a levar cada ser humano ao seu maior potencial” (Bruscia, 1998, p.276).
 
Del Campo: “Musicoterapia é a aplicação científica do som, da música e do movimento, que através da escuta, do treinamento e da execução de sons instrumentais, contribui para a integração de aspectos cognitivos, afetivos e motores, desenvolvendo a consciência e fortalecendo o processo criativo. Os objetivos da musicoterapia são: 1)facilitar o processo de comunicação, 2)promover a expressão individual e 3)melhorar a integração social” (Bruscia, 1998, p.277).
 
Doyle: Musicoterapia é “a utilização da música em um ambiente específico para inspirar, liberar e nutrir o processo de descoberta de cada indivíduo. No envolvimento com a música, os indivíduos deixam sua imaginação ir adiante, fazem escolhas e realizam sonhos” (Bruscia, 1998, p.278).
 
Ducourmeau: “... Pode-se definir a Musicoterapia como a abertura de canais de comunicação, utilizando o som, o ritmo e o movimento.” (Baranow, 1999, p.6)
 
French Association of Music Therapy: “Musicoterapia é o uso dos sons e da música em uma relação psicoterapêutica.” (Baranow, 1999, p.72)
 
Jondittir: “Musicoterapia é a utilização estruturada da música, do som e do movimento para a obtenção de objetivos terapêuticos de recuperação, manutenção e desenvolvimento da saúde física, mental e emocional. De forma sistemática, um indivíduo especialmente treinado utiliza as propriedades e os potenciais singulares da música e do som, e a relação que se desenvolve através das experiências musicais para alterar o comportamento humano, para ajudar o indivíduo a utilizar seu potencial máximo, para comunicar sua singularidade e para aumentar seu bem- estar” (Bruscia, 1998, p.279)
 
Kenny: “Musicoterapia é um processo e um sistema que combinam os aspectos curativos da música com as questões da necessidade humana para beneficiar o indivíduo e, consequentemente, a sociedade. O musicoterapeuta atua como um recurso pessoal e guia, fornecendo experiências musicais que levam os clientes em direção à saúde e ao bem-estar” (Bruscia, 1998, p.279)
 
Mid-Atlantic Music Therapy Region - National Association for Music Therapy: “Musicoterapia é a utilização estruturada da música como processo criativo para desenvolver e manter o máximo potencial humano. A musicoterapia é utilizada com sucesso nas seguintes áreas: social, motora, desenvolvimento da comunicação, aquisição de conhecimentos escolares e manejo do comportamento. Utilizando objetivos reeducativos, a musicoterapia auxilia a promover o funcionamento ótimo através de uma grande variedade de experiências” (Bruscia, 1998, p.280)
 
Munro e Mount: “Musicoterapia é a utilização controlada da música, de seus elementos e de sua capacidade de influenciar os seres humanos para auxiliar a integração fisiológica, psicológica e emocional do indivíduo durante o tratamento de uma doença ou deficiência” (Bruscia, 1998, p.280)
 
National Association of Music Therapy (USA): “Musicoterapia é a utilização da música no acompanhamento de objetivos terapêuticos: restauração, manutenção, e melhora da saúde física e mental. Consiste na aplicação sistemática da música, dirigida por um musicoterapeuta em um contexto terapêutico, para obter mudanças desejadas no comportamento. Estas mudanças possibilitam ao indivíduo que experimenta o processo terapêutico a uma maior compreensão de si mesmo e o mundo em sua volta, alcançando ainda um maior ajustamento à sociedade. Como membro da equipe terapêutica, o musicoterapeuta profissional participa da análise dos problemas do indivíduo e na projeção dos objetivos gerais do tratamento, antes de planejar e executar as atividades musicais específicas. Avaliações periódicas são realizadas para determinar a eficácia dos procedimentos empregados.” (Baranow, 1999, p.72-73).
 
New Zealand Society for Music Therapy: “A música é uma ferramenta útil e poderosa para o estabelecimento de comunicação com crianças e adultos como apoio ao aprendizado e ao re-aprendizado nas áreas física, social, intelectual e emocional. Incluem-se nessa situação a utilização da música com fins preventivos e para a reabilitação. A música assim utilizada, em diferentes settings com crianças e adultos é considerada musicoterapia.
“Musicoterapia é a utilização planejada da música para apoiar necessidades identificadas em que há disfunções físicas, intelectuais, sociais ou emocionais... A musicoterapia é baseada na humanidade da música, envolvendo o corpo, a mente e o espírito. A musicoterapia é uma ponte para a comunicação.” (Bruscia, 1998, p.281-282)
 
Odell: “Musicoterapia no campo da saúde mental é a utilização da música para possibilitar meios alternativos de expressão e comunicação em situações em que as palavras não são necessariamente o modo mais eficiente de alcançar objetivos terapêuticos do cliente. A perseguição desses objetivos é trabalhada através de uma relação que se desenvolve entre o cliente e o terapeuta com o fazer musical como o meio primário... Alguns dos objetivos mais freqüentes em musicoterapia são: estimular a motivação; criar um ambiente para a exploração de sentimentos; desenvolver habilidades sociais, a autoconsciência e a consciência do outro; e, estimular o movimento através da improvisação e do fazer musical espontâneo.” (Bruscia, 1998, p.282)
 
Ruud: “Uma definição de Musicoterapia geralmente parte do ponto em que a mesma consiste numa profissão de tratamento onde o terapeuta usa a música como instrumento ou meio de expressão a fim de iniciar alguma mudança ou processo de crescimento direcionados ao bem-estar social, crescimento ou outros.” (Baranow, 1999, p.7)
 
Rudenberg: Musicoterapia “é a utilização da música e de atividades com ela correlacionadas sob a supervisão de indivíduos profissionalmente treinados (isto é, musicoterapeutas) para ajudar um cliente ou paciente a alcançar um objetivo terapêutico predeterminado. (Bruscia, 1998, p.284)
 
Sekeles: Musicoterapia é “a utilização direta do som e da música para: apoiar a observação diagnóstica através de ferramentas específicas; facilitar mudanças significativas no organismo humano e melhorar as condições fisiológicas e psicológicas; desenvolver a expressão musical, que, presumivelmente, é essencial para uma vida saudável.
“Uma profissão que utiliza o potencial terapêutico inerente aos componentes musicais (freqüência, duração, intensidade, timbre) e à música como uma forma artística complexa visando a preservar as capacidades saudáveis do paciente, a promover mudança e desenvolmento benéficos e capacitar a aquisição de uma melhor qualidade de vida”. (Bruscia, 1998, p.284).
 
Smith: “A Musicoterapia, ciência que utiliza elementos sonoro-rítmicos-musicais no tratamento, reeducação, reabilitação e recuperação de indivíduos portadores das mais diversas patologias ou ainda na área preventiva, procura estabelecer uma relação de equilíbrio entre as três áreas da conduta humana: mente, corpo e mundo externo.” (Baranow, 1999, p.7)
 
Swedish Association for Music Therapy: Musicoterapia “é a utilização da música em settings terapêuticos e educacionais para oferecer possibilidades de desenvolvimento aos indivíduos com deficências psíquicas, físicas e sociais.” (Bruscia, 1998, p..285)
 
Uruguayan Association for Music Therapy: Musicoterapia “é uma carreira paramédica de princípios científicos que compreende não somente aspectos terapêuticos mas também profiláticos e diagnósticos. Nesse processo temos o paciente e o musicoterapeuta em uma determinada situação com uma estrutura fixa em que existe uma integração dinâmica por meio de estímulos sonoros. O musicoterapeuta, trabalhando com um grupo, utiliza os estímulos sonoros musicais para estimular os pacientes com problemas físicos, psíquicos ou psicossomáticos e observa as mudanças no que ele faz, fala ou expressa por outros meios. O paciente responde aos estímulos sonoros e reage ao nível do movimento, da comunicação, do comportamento, da emoção e do organismo. O papel do musicoterapeuta é empregar um estímulo sonoro para estimular as respostas em uma dada situação que tende a produzir mudanças no comportamento do paciente que o tornará apto a se integrar em seu próprio ambiente.” (Bruscia, 1998, p.285).
 
World Federation of Music Therapy: “Musicoterapia é a utilização da música e/ou dos elementos musicais (som, ritmo, melodia e harmonia) pelo musicoterapeuta e pelo cliente ou grupo, em um processo estruturado para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e a organização (física, emocional, mental, social e cognitiva) para desenvolver potenciais e desenvolver ou recuperar funções do indivíduo de forma que ela possa alcançar melhor integração intra e interpessoal e consequentemente uma melhor qualidade de vida.” (Bruscia, 1998, p.286)
 
Bibliografia:
BRUSCIA, Kenneth. Definindo Musicoterapia. Enelivros, Rio de Janeiro, 1998.
BARANOW, Ana Lea von. Musicoterapia – uma visão geral. Enelivros, Rio de Janeiro, 1999.
Gisele Célia Furusava, musicoterapeuta, psicoterapeuta corporal neo-reichiana, formanda em análise bioenergética.
 
 

Cânone em Ré Maior, de Johann Pachelbel

fonte: http://forum.noticiasnaturais.com/Topico-c%C3%A9lulas-tumorais-expostas-%C3%A0-5%C2%AA-sinfonia-de-beethoven-perderam-tamanho-ou-morreram


MEDITAÇÃO PARA A SAÚDE DO CORPO, DA MENTE, DA ALMA E DO ESPÍRITO.

O filósofo romano Juvenal foi o primeiro a fazer a relação entre “mente sã, corpo são”. Mens sana in corpore sano ("uma mente sã num corpo são") é uma famosa citação latina, derivada da Sátira X do poeta romano Juvenal.

No contexto, a frase é parte da resposta do autor à questão sobre o que as pessoas deveriam desejar na vida (tradução livre): MUSICOTERAPIA PARA MEDITAÇÃO DO CORPO E DA ALMA. Musicoterapia é a utilização da música num contexto clinico, educacional e social com o objetivo de ajudar os utentes a tratar ou prevenir problemas de saúde mental.

É um processo efetuado por um profissional qualificado, um(a) musicoterapeuta, que através de elementos constituintes da música (ritmo, melodia e harmonia) facilita e promove comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes.

Através da música, atende às necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas do paciente, baseando-se em evidencias científicas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida através da prevenção, reabilitação ou tratamento de doenças.

A musicoterapia é internacionalmente reconhecida como uma atividade clínica e regulamentada no âmbito das profissões da saúde. A investigação, prática clínica, educação e formação clínica estão definidas por standards de entidades profissionais de acordo com contextos culturais, sociais e políticos.

Atualmente existe um sistema de certificação com emissão de licença profissional para musicoterapeutas no Reino Unido, na Noruega, na Austria e nos Estados Unidos da América.

Jair Souza Palma
Publicado em 20 de Fevereiro de 2017

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